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Uma nova vida para diabéticos: está sendo desenvolvida uma tatuagem que muda de cor conforme as alterações no nível de açúcar no sangue

October 18, 2018 15:09

Para os pacientes que sofrem com diabetes, é simplesmente fundamental manter o controle dos níveis de açúcar no sangue. Na maioria dos casos, os pacientes precisam monitorar constantemente esses números e, para isso, são obrigados a fazer pequenas picadas nos dedos diariamente para medir o nível de glicose no sangue. Isso não parece nem um pouco convidativo. Felizmente, uma solução que parece ser muito melhor poderá estar disponível muito em breve para o público interessado.

Cientistas de Harvard e do MIT têm trabalhado arduamente para encontrar meios mais fáceis de monitorar os níveis de glicose no sangue, meios esses que não exijam que os pacientes fiquem com os dedos regularmente feridos. Com esse objetivo, eles criaram um método bastante curioso.

Dezeen / YouTube

Eles estão atualmente desenvolvendo o que é conhecido como uma tatuagem 'biosensível', que visa ajudar aqueles que sofrem de diabetes tipo 1 e tipo 2. Esta tatuagem é parte de um projeto chamado Dermal Abyss. A tinta usada na criação da tatuagem contém alguns biossensores que são capazes de reagir às mudanças no sangue e tecidos celulares, simplesmente mudando de cor.

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Em outras palavras, quando uma pessoa tem essa tatuagem, ela pode reconhecer mudanças nos níveis de açúcar no sangue apenas observando as mudanças de cor da tinta da tatuagem. Então, em vez de picar um dos dedos para descobrir se os índices estão normais ou não, tudo o que você precisa fazer é olhar para a cor da  tinta de tempos em tempos.

Embora isso pareça muito promissor, ainda é apenas um projeto de pesquisa.

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O projeto Dermal Abyss é um projeto que conta com a colaboração de quatro estudantes do MIT e dois estudantes da Escola de Medicina de Harvard. O grupo explicou que quatro biossensores foram desenvolvidos e reagem a três informações bioquímicas contidas no fluido corporal, o que faz com que a tinta mude de cor.

Embora o projeto ainda esteja em fase de testes, o grupo acredita que essa pode ser uma ferramenta médica muito útil no futuro.

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