Pabllo Vittar choca ao usar look estampado com notícias de

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Pabllo Vittar choca ao usar look estampado com notícias de crimes de homofobia em Parada LGBTI+: "Parem de nos matar"

Date June 4, 2018 17:55

Pabllo Vittar foi uma das grandes atrações do evendo que ocorreu em São Paulo no domingo (3): a 22ª Parada LGBTI+. Mas a cantora não foi disposta só a animar os participantes do movimento. Ela aproveitou o destaque para protestar de maneira chocante contra os crimes de homofobia. E fez isso através do próprio figurino.


O visual da cantora era composto por uma saia longa com um cropped completamente estampados de manchetes de jornais com notícias sobre crimes de homofobia. O visual ainda constava com uma frase escrita em vermelho, que se assemelhava a sangue, com os seguintes dizeres: “Parem de nos matar”.

 

// orgulho 🌈 styling: @victorfdmiranda

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O look em destaque foi assinado pelo estilista Victor Miranda. Durante a sua apresentação, Vittar retirou o visual longo e optou por apenas um body cavado com a coloração do arco-íris, que simboliza as cores da causa.


A cantora Daniela Mercury também foi uma das atrações do evento e aproveitou para elogiar o protesto feito por Pabllo: “Não podemos aceitar que a sociedade brasileira mate pessoas por preconceito. Homofobia tem que ser criminalizada”, destaca. 


O evento, mas conhecido como Parada Gay, também contou com Anitta. A funkeira compartilhou vídeos no seu Instagram relembrando  a primeira vez que foi à parada com uma família de amigos, quando era muito nova. Agora, ao retornar, ela diz estar emocionada. 

"Nunca imaginei que um dia estaria lá cantando para esse público que me ajuda tanto, que me apoia tanto. Não tenho palavras. Eu brinco assim, mas eu fico emocionada", desabafou.


A parada teve como tema Poder para LGBTI+, Nosso Voto, Nossa Voz. O evento, que além de um show, também tem um viés político, abordou a temática das eleições e trouxe a presença de Monica Benício, a companheira da vereadora do Rio de Janeiro, Mariele Franco, assassinada em março. 


O Brasil é um dos países que mais mata sua população LGBT, e a gente não pode assumir isso, deixar que isso continue dessa maneira, enfatizou.

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