Mãe dorme no chão ao lado do filho de 11 meses para que el

Mãe dorme no chão ao lado do filho de 11 meses para que ele se sinta seguro e foto viraliza na internet

Família & Crianças

July 18, 2018 15:18 By Fabiosa

Que uma mãe é capaz de tudo por um filho todos sabemos, mas em alguns casos este instinto de proteção chega a impressionar. Veja o caso desta mãe que provocou milhares de comentários na internet. 

 

E esse olhar? Troca de vínculo maravilhosa. Foto: @maetamorfose #amamentacao #aleitamentomaterno #amamentar

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A enfermeira Rayanne Andrade é mãe de Larissa, de 12 anos e Lucas Gabriel, de apenas 11 meses, a família mora em Aracaju, Sergipe, e após ter uma foto repostada por uma revista onde a mãe aparece dormindo ao chão do lado do berço do pequeno e segundo sua mão gerou-se uma curiosa discussão acerca do fato.

A imagem que percorreu diversos grupos de mães gerou mais de mil comentários, onde o que mais chamou a atenção foi a grande maioria de mulheres, que compartilham a mesma experiencia de ficar ao lado dos bebês segurando a mão deles até que durmam. 

  
No caso de Rayanne, ela contou que sempre foi adepta da cama compartilhada, sua primeira filha, Larissa, só deixou de dormir com os pais quando estava prestes a completar 10 anos, então para o pequeno lucas a enfermeira e o marido decidiram não esperar tanto tempo assim,  sendo assim ficar ao lado do berço foi a forma que ela encontrou para dar segurança a si mesma e ao seu bebê. 

Confessando ter medo do pequeno acordar assuntado e não a ver por perto, a mãe sergipana permanece até que o garotinho caia no sono segurando sua mão e depois dorme em uma cama que colocou no mesmo quarto, ela reconhece o exagero: “sei que essa adaptação é muito mais minha do que dele, que já mostra que está dormindo melhor no próprio berço”, relatou a matriarca da família Andrade. 

 

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Essa é Christy Callaway e seu oitavo filho, que nasceu de parto normal em casa depois de 7 cesáreas! "Não tive medo durante toda a gravidez. Nunca duvidei da capacidade do meu corpo de fazer isso, mesmo quando conhecidos me chamavam de louca. Quando completei 40 semanas e 4 dias comecei a sentir as contrações. Demorou cerca de 24 horas para elas se intensificarem. A parteira, meu marido e meus sete filhos estavam me acompanhando de perto. Empurrei por cerca de uma hora ou mais quando a cabeça finalmente saiu e o corpo dele veio logo depois. A parteira pegou meu bebê e imediatamente colocou-o nos meus braços. Esse momento fez todas as batalhas valerem a pena! Foi a primeira vez que segurei meu bebê logo após o parto. Meus filhos entraram e puderam ver seu novo irmão", contou ela. No stories tem mais sobre esse caso! #parto #partonormal #cesarea #vbac

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Muitas mamães se manifestaram relatando o mesmo em suas casas, o que fez surgir o questionamento se seria ou não saudável as famílias manter um hábito como este em suas rotinas.  

Psicólogos afirmam que os bebês vão ganhando mais independência na medida que crescem, portando depois dos 2 ou 3 anos, eles passam a se sentir mais seguros longe dos pais, assim sendo natural que os pequenos precisem de alguém por perto para se sentir amparados. 

Segurar as mãos e permanecer ao lado dos filhos até que eles durmam seria sim saudável para o desenvolvimento emocional da criança, com o passar do tempo eles vão crescer e suas necessidades vão mudando. Até mesmo aprender a dormir vai se tornando um processo natural, pois faz parte do desenvolvimento cerebral da criança. 

  

 

@tainamuller e o pequeno Martin pelas lentes do pai @henriquesauer 😍

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Os especialistas, no entanto, aconselham que os pais encontrem uma maneira confortável de ficar perto do berço ou da cama dos filhos, caso contrário, isso pode se tornar um ponto negativo na rotina e vida conjugal dos mesmos. 

 Mas se você pensa que o contrário não ocorre está muito enganado, um caso de um garotinho adorável de 3 anos chamado Davi emocionou muita gente, quando o menino foi acordado na madrugada pelo pai Gabriel Santos, que pediu que o acompanhasse até o hospital. 

A verdade é que Gabriel estava com uma forte dor de garganta e precisava ser medicado, mas como sua esposa é comissária de voo e não estava em casa, precisou levar o filho como acompanhante. Surpreendentemente Davi deu um show de maturidade. 

 Mesmo sendo tão pequeno e sem entender bem o porquê de ter sido acordado no meio da noite, o garotinho foi, não reclamou, não chorou e ficou o tempo todo ao lado do seu pai.

 

“Enquanto faço a ficha cadastral para ser atendido no hospital, olho pra ele e pela primeira vez me bate um sentimento diferente: Orgulho. . Tirei ele da cama às 4:50 da manhã, porque eu não aguentava mais a dor de garganta. Nunca achei que fosse ter que ir para o pronto socorro pela dor que "dor de garganta" estava causando, mas fui. Com a mãe voando, não tive outra escolha senão levá-lo comigo. . Acordei-o e disse: "Filho, o papai está muito dodói, você me leva no médico?". . Ele disse: "Sim. Papai, eu cuido de você" - com essa fluência. . Não chorou, não reclamou, não resmungou. Sentou-se na cadeirinha do carro e me levou para o hospital. . Chegando lá, ninguém entendia porque eu estava com uma criança de 3 anos no pronto socorro sendo que não era a criança que precisava de atendimento. Me direcionaram para a pediatria por engano 2 vezes. E quando o médico me chamou, insistiram para que eu deixasse a criança com outro acompanhante antes de entrar no consultório. . "Ele é meu acompanhante" - eu disse orgulhoso. . Me senti amparado. Pra quem é filho único - como eu - essa sensação de ter alguém por perto não é comum. Eu queria abraçá-lo, segurá-lo, fazê-lo entender o quão importante é a presença dele na minha vida. Mas ainda não consegui, ele ainda não entende a dimensão disso tudo. . Meu filho, meu amigo, meu acompanhante.” Repost de @papaibanana

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Outro caso muito bonito foi do americano, Andre Palmer, que mesmo após trabalhar duro durante a noite toda ainda teve forças para acompanhou seu filho doente no hospital. O pai estava tão cansado que se ajeitou embaixo da cama hospitalar do filho para tirar um cochilo, comovendo toda a equipe medica e pacientes do local. 

 

Realmente, é emocionante o afeto e união entre pais e filhos.

 

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