Ela perdeu o braço em um terrível acidente, mas conseguiu

Ela perdeu o braço em um terrível acidente, mas conseguiu encontrar motivação na dor: "Não chorei, não me desesperei. Dizem que existem bênçãos disfarçadas. Perder o braço foi uma delas"

Inspiração

May 30, 2018 14:54 By Fabiosa

A lição da jornalista Kareemi, de 37 anos, nos faz pensar em como nós podemos lidar de uma forma mais positiva e mudar o jeito de viver. Mas suas descobertas vieram depois de um grande trauma.

 

Estamos no quinto dia do #AlmaDetox. Dia de compreender os benefícios da #meditação, de viver o momento presente e perceber o poder do agora. Se você acha que não consegue meditar ou não tem tempo, saiba que com apenas 5 minutos diários de prática, já é possível sentir esses benefícios. As mais de 800 mulheres que estão junto comigo nessa jornada de 8 dias, receberam um vídeo no qual eu guio uma meditação com pranayama que não requer esforço, tempo ou condição: basta aceitar o meu convite e seguir as coordenadas do vídeo. Nestes 5 dias juntas já trabalhamos a quebra da autocobrança, nossa relação com a alimentação, autoaceitação com o corpo, a importância do perdão e hoje a meditação. Serão 8 dias, um aspecto por dia, realinhando nossos 3 pilares fundamentais: corpo, mente e espírito. Ainda dá tempo de participar e ter acesso a todo esse conteúdo direto no seu WhatsApp É só clicar no link do meu perfil aqui no Instagram @kareemi_oficial . E pra você que está em SP capital, vem meditar pessoalmente comigo neste domingo (15) às 16h na Fnac Pinheiros! Vai ser o lançamento do meu livro #vivacomleveza , com bate-papo e meditação ao som da flauta de @valentinapecora . Te espero #Almadetox #desenvolvimentohumano #kareemi

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Ela vivia em São Paulo aos 25 anos. Estava bem na carreira de jornalista e tinha tudo aquilo que é considerado pela maioria, como sucesso, casa própria e um bom salário. Mas ela se viu em uma situação diferente. Apesar de ter tudo aquilo, Kareemi se sentia infeliz.

 

Essa foto mencionando a @soul062 foi pros meus stories ontem e recebeu vários por direct e acho que merece um post, porque é a história de mais uma mulher que mudou completamente sua história de vida, abriu mão de uma carreira estável e muito promissora, porque ouviu aquele tal “chamado”do seu feminino. A dona da marca participou da primeira turma online do workshop de @ginecologiaemocional e ela sofria com uma endometriose severa. Era uma executiva de sucesso, numa grande empresa, mas que assim como eu (há uns bons anos atrás), esquecia de si mesma... A história dela provava claramente a origem emocional do problema. Mas ela não sabia sair do medo ainda... medo de se libertar da pílula e sentir mais dor. Medo de não conseguir mudar seus padrões de comportamento que criaram aquela endometriose. E eu pensava, “preciso cuidar dela mais de perto. Não posso deixar de mostrar a ela que ela pode curar sua própria vida”. Trocávamos mensagens pelo WhatsApp, Instagram e Facebook. Ela parou com a pílula e a dor da endometriose também parou de perturbá-la. Processo lindo de acompanhar. Quando alguém decide transformar uma dor em amor, o florescer acontece. Há três meses atrás ela apareceu em um evento presencial meu no interior. Pra minha surpresa ela se demitiu do emprego tão seguro e que a remunerava muito bem e decidiu fazer o que lhe dá prazer. Isso porque ela compreendeu que o coração sabe o que é devido. A @soul062 oferece as criações dela. É a criatividade de uma mulher em processo de reconexão com o seu feminino meditando através do trabalho manual, colaborando consigo e com outras mulheres. “Kareemi, às vezes me dá medo. As coisas não andam tão depressa como preciso” - pois é... mas andam como precisamos e tudo flui quando seguimos esse chamado. Sucesso à @soul062 e a todas nós que seguimos o coração mesmo com o medo ali do lado. Curar nosso corpo, nossas vidas, mudar de carreira, ser quem quisermos ser, faz parte da #reconexãodamulher ! #estamosjuntas P.S.: esse post não é jabá nem parceria publicitária. Acho que a história merece inspirar mais mulheres 🦋 #vivacomleveza

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Foi então que ela resolveu morar com a mãe, voltar às origens e fazer uma mudança radical em sua vida. Fez as malas e se mudou para Sorocaba, no interior do estado de São Paulo, trocou o grande salário por um emprego mais modesto e passou a buscar sua espiritualidade.

Tudo estava bem, até que uma viagem mudou sua vida outra vez. Ela estava indo para Florianópolis (SC) de ônibus, quando o veículo tombou na estrada. “Só me lembro de que abri os olhos, vi tudo estranho ao redor e alguém falando ‘Calma, moça, a gente vai te tirar daqui.’ Aí, olhei para meu moletom e percebi que do lado direito estava torto.”, ela contou.

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Dias depois, ela acordou no hospital e descobriu que havia perdido o braço direito. “Não chorei, não me desesperei, não houve um sentimento de perda, e sim uma indiferença”. Ela diz que descobriu uma positividade dentro de si, que ajudou a seguir em frente.

 

Embora haja muita luz visivelmente, muito amor e ternura, a maternidade me levou às minhas maiores sombras, dor e tortura. Foi quando vivi a falada “superação”. Quando pela primeira vez, depois de 4 anos amputada e independente, minha mente tentou me fazer crer que eu não seria capaz de cuidar, de fazer o necessário da melhor maneira duvidando de mim mesma. A maternidade pra mim foi (e é) um constante desafio físico, emocional e mental. Um caldeirão de sensações que me faz rever minha relação com a minha mãe, com o mundo e comigo mesma. Nessa jornada de ser mãe, hoje agradeço à minha mestrinha, capricorniana, filha da mãe-terra e minha filha, Gaia, que me ensina todos os dias o que é amar incondicionalmente . Parabéns a todas às mães! Parabéns a todo ser humano que honra o fato de ter nascido de uma mãe (foto @natocanto e produção @rogerioabbiati) #felizdiadasmães #maternidadereal #lauragutman

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Foi então que ela decidiu passar isso a diante. Como já pretendia trabalhar como palestrante, passou a utilizar sua própria história para motivar outras pessoas. Os resultados vieram e hoje ela ganha a vida ensinando as pessoas a se amarem mais.

Além da recompensa profissional, Kareemi também encontrou o amor nesse período. Se casou e teve uma filha. Até as dificuldades de cuidar da filha se tornaram novas conquistas para ela.

“Dizem que existem bênçãos disfarçadas. Perder o braço foi uma delas porque me ampliou e me fez ser um centro de despertar para muitas pessoas”, ela completa.

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