Procura por “abortos caseiros” pela Internet aumenta a cada ano, segundo pesquisa do Google e isso não é nada bom!

Saúde e Estilo de Vida

June 12, 2018 14:16 By Fabiosa

O aborto é um tema delicado, que gera debates e polêmicas no mundo inteiro e não é de hoje. O fato é que essa prática existe desde sempre, independente da legislação de cada país.

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Sem entrar nos critérios de “certo” ou “errado”, a realidade nos mostra que todos os dias mulheres que engravidam sem planejamento muitas vezes buscam formas “inseguras” de interromper essa gravidez.

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Segundo dados da Organização Mundial de Saúde, cerca de 25 milhões de abortos considerados inseguros são feitos todos os anos. Esse número representa 45% de todos os abortos, que seria quase a metade.

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Uma das formas mais utilizadas é a Internet e de acordo com uma pesquisa do Google, a cada ano vem crescendo a busca na Internet por palavras-chaves como “aborto caseiro”, “pílulas abortivas”, “cytotec”, “Misoprostol", “chás abortivos”, “ervas abortivas”, entre outros.

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Ainda segundo a pesquisa, a procura na Internet por soluções “abortivas caseiras” é significativamente maior em países onde a legislação proíbe o aborto.

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Essa revelação do Google deixou a classe médica preocupada diante dos riscos de abortos incompletos que aumentam quando o procedimento é caseiro, podendo colocar a vida da mulher em risco.

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Em países como Reino Unido, as pílulas podem ser receitadas por médicos. Já em países onde o aborto só é permitido em caso de estupro, malformação no feto, riscos de vida para a mulher ou doenças mentais, esses procedimentos acabam acontecendo em um mundo clandestino e pouco seguro.

Até mesmo mulheres que utilizam plantas podem ter efeitos colaterais, afetando o útero da mulher.

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Da mesma forma, os mesmos medicamentos receitados por médicos em alguns países, quando são comprados pela internet sem o acompanhamento ou dosagem correta podem oferecer riscos.

Fonte: Terra

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