5 dicas úteis para ajudar crianças a lidar com a raiva

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A raiva em crianças pode surgir por causa de uma gama de emoções e é logico concluir que o próprio meio em que vivemos não tem sido favorável, nos últimos anos, para o desenvolvimento da inteligência emocional e ética das crianças.

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Uma observação feita pela Dr. Michele Borba, em parents.com, sugere que:

…um ataque contínuo de imagens violentas na televisão, em vídeo games, na internet, nos filmes, em letras de música e em jornais está fazendo mal às nossas crianças.

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Entretanto, é importante tentar compreender nossos filhos, fazer com que eles se sintam compreendidos e ajudá-los a lidar com a raiva da maneira mais pró-ativa possível, ou eles vão apelar para reações violentas.

Um exemplo em vídeo no Facebook

A página do Facebook “Love What Matters” (“Ame o que importa”, em tradução livre) compartilhou recentemente um vídeo em que um pai tem uma interação honesta com sua filha pré-adolescente. No vídeo, ele reconhece que a menina tem direito de sentir raiva dele por tê-la magoado.

Ele a tranquiliza ao expressar empatia e sugere que ela vá dar uma volta e que, talvez, ela se sentirá melhor.

Essa atitude honorável dá um grande exemplo de como educar uma criança sem sufocar seus sentimentos, ou “impor força”, como se vê muitas vezes. Ao contrário, explora-se uma maneira mais saudável e segura de ensiná-los a controlar suas emoções. Uma citação de Buda diz que:

Você não será punido porque sente raiva; a raiva já é a sua punição.

Cinco maneiras como os pais podem ajudar seus filhos

1. Toda criança vê em seus pais um modelo a partir do qual deve desenvolver seu comportamento; portanto, como pai ou mãe, você deve demonstrar aquilo que deseja que seu filho desenvolva. Se você deseja ensinar uma criança a permanecer calma diante da raiva, então você deve permanecer calmo em uma situação semelhante.

2. Uma criança precisa que vocês estejam no mesmo time. Lembre seu filho que você entende como é se sentir magoado e com raiva, de modo que a criança não se sinta culpada e, consequentemente, exacerbe o problema.

3. Pense, junto com a criança, em meios pela qual ela possa expressar a causa de sua frustração e/ou irritação, tanto em palavras como imagens. Frequentemente, é a inabilidade que a criança tem em comunicar seu desconforto que a deixa aborrecida. Depois, desenvolva uma estratégia para ajudá-la a lidar com as emoções, seja por meio de uma respiração sistemática ou saindo para caminhar, por exemplo.

4. Por mais que você queira demonstrar empatia para a criança, certifique-se de que você continue desempenhando seu papel de pai/mãe. Isso inclui estabelecer limites no modo em como a criança reage naqueles momentos críticos. Por exemplo, a criança não deve bater os pés, fazer birras, agredir os animais de estimação, jogar objetos ou dizer palavrão.

5. Passe uma quantidade suficiente de tempo com seu filho. Quanto mais ele se sentir amado e seguro, mais saudável será seu desenvolvimento emocional.

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O mais importante, e por isso encerraremos com essa dica, é procurar ajuda profissional se a criança persistir em reações agressivas.

Fonte: Love What Matters

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