Autossabotagem: a atitude inconsciente é muito mais comum d

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Autossabotagem: a atitude inconsciente é muito mais comum do que se imagina

Date 22 de setembro de 2017

Agora que estava indo tão bem”. “Tinha tudo para dar certo”. “Na última hora, mudei de ideia”. “Era algo que eu queria tanto e depois desisti”. Quantas vezes já escutamos (ou falamos) essas frases no dia a dia.

São expressões corriqueiras, que parecem coisas do acaso, mas por trás de um simples “não era para dar certo”, existe um emaranhado de justificativas internas para o autoboicote.

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O autoboicote (ou autossabotagem) se refere a comportamentos quase que automáticos, ou inconscientes, que realizamos e vai contra nós mesmos, com efeitos negativos.

Geralmente, temos um padrão de comportamento autossabotador que se repete em determinadas áreas da vida, como profissional, relacionamento, familiar, entre outros.

Com o tempo, passamos a ter consciência que agimos contra nós mesmos e tentamos mudar, mas nem sempre é fácil e nem sempre mudamos rapidamente esses padrões.

O autoboicote está presente na vida da maioria das pessoas, em menor ou maior impacto. É um processo geralmente inconsciente e ligado à autoestima da pessoa.

A autossabotagem está relacionada a sentimentos de menos valia, de não se sentir merecedora, de medo em não saber lidar com as coisas boas, culpa por não se permitir ser feliz, entre outras.

Então a pergunta que não quer calar é: como lidar com isso? O trabalho todo começa com o exercício da autopercepção, de criar consciência dos padrões de autossabotagem.

Quando perceber que está fazendo isso, pergunte-se por que você está se sabotando naquele momento? Não queira encontrar as resposta na hora, mas observe o que sente e nomeie os sentimentos.

Com o passar do tempo, quanto maior ganho de consciência, mais força e compreensão você vai ganhando para evitar o gatilho deste tipo de comportamento.

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