Que pureza! Crianças pedem para usar adesivo de tratamento

INSPIRAÇÃO

Que pureza! Crianças pedem para usar adesivo de tratamento para ficar igual ao colega com Síndrome de Down

Date April 25, 2018 01:19

Crianças são sempre a prova de que as diferenças e preconceitos vêm de fora, e não de dentro. Essas crianças de uma escola em Brasília deram um grande exemplo de aceitação e inclusão e demonstraram que é possível conviver bem e aceitar as diferenças de todos. Tudo depende do seu ponto de vista.

Na Escola Cresça, localizada na Asa Sul de Brasília, a turma do segundo ano do ensino fundamental veio com uma ideia que partiu dos próprios alunos e que foi incorporada pela professora Cynthia Rosal. Depois que as crianças viram o coleguinha Miguel Gadelha, que tem síndrome de Down, usando fitas coladas no rosto, por causa de um tratamento para fortalecer o tônus muscular, os colegas foram falar com a direta Consuelo Carvalho, pedindo para que todos eles usassem também.

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Depois da iniciativa, que deixou todos muito comovidos, a professora Cynthia resolveu que, a partir de agora, duas vezes por semana, nos dias em que o pequeno Miguel tem suas aulas de fisioterapia, a turma inteira também usa as fitas de esparadrapo no rosto. A professora, inclusive, deixa as fitas já todas separadas para os alunos usarem.

Essa foi uma maneira incrível de demonstrar a Miguel que ele faz parte da turma, contribuindo para a inclusão do garoto. Mas o gesto teve um alcance muito maior que apenas na escola, e tocou o coração de pessoas de todo o Brasil. A história foi compartilhada diversas vezes no Facebook e chegou aos ouvidos do pai de Miguel, que só soube do ocorrido depois de ver a publicação.

Um exemplo de um gesto simples capaz de fazer a diferença na vida não só de Miguel, mas de muitas outras crianças. Como disseram na postagem da escola, esse é apenas um caminho para todos aprenderem desde cedo a aceitar as diferenças.

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