Mulheres lutam por um espaço nas equipes de combate do exé

INSPIRAÇÃO

Mulheres lutam por um espaço nas equipes de combate do exército dos Estados Unidos, compostas só por homens!

Date November 7, 2017 01:27

Ser um soldado SEAL (Sea, Air and Land) da marinha americana era uma função apenas de homens. Até então. Porque pela primeira vez na história, uma mulher pediu para se tornar uma SEAL da Marinha.

"As identidades dos candidatos e o progresso do treinamento são confidenciais para proteger sua segurança pessoal e a viabilidade profissional de seu futuro", disse o porta-voz da marinha em uma entrevista.

Este é um grande passo, já que as mulheres nem sequer podiam servir em funções de combate até janeiro de 2016.

Embora 1.000 SEALs se apliquem para começar a treinar anualmente, apenas cerca de 200 a 250 conseguem suportar o treinamento notoriamente rigoroso. Os oficiais primeiro devem participar de um programa de três semanas de duração que serve como uma introdução à vida do SEAL e permite que os candidatos vejam se eles querem continuar lutando para uma vaga na equipe.

Eles também devem passar por uma triagem física. Depois disso, aqueles que são escolhidos passam para o treinamento Básico de Demolição Subaquática / SEAL, onde são submetidos aos treinamentos de combate e de guerra terrestre.

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Uma dessas semanas de treinamento é conhecida como "Semana do inferno" e é caracterizada como "o teste final da vontade de um homem".

Infelizmente, esta mulher que se candidatou ao SEAL em junho acabou, voluntariamente, se retirando do programa no meio do processo de avaliação. E, por enquanto, não há nenhuma outra candidata do sexo feminino atualmente inscrita uma vaga no SEAL.

Apesar desse sonho ter chegado ao fim, existe uma outra mulher que está treinando para assumir uma posição na tripulação de Combate de Guerra Especial Naval, que é outra área do exército que anteriormente não era aberta às mulheres. E ainda uma outra mulher que está se candidatando ao curso de oficial de infantaria do "Marine Corps", que também é conhecido por ser um processo fisicamente rigoroso.

Se ela conseguir completar o programa, se tornaria a primeira mulher a passar no curso de 12 semanas para se tornar um comandante de pelotão de infantaria. Houve outras 30 que tentaram e falharam.

Vamos torcer para que ela consiga passar por essa provação e assim possa abrir espaço para os sonhos de muitas outras mulheres.

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