Quais as chances do DIU falhar? Entenda como funciona e o qu

Quais as chances do DIU falhar? Entenda como funciona e o que pode dar errado

Inspiração

July 11, 2017 18:06 By Fabiosa

Os métodos contraceptivos se tornaram um assunto frequente em muitas rodas de mulheres atualmente. Com a crescente rejeição à pílula anticoncepcional, por conta dos seus efeitos colaterais, muitas mulheres estão indo atrás de alternativas para evitar a gravidez indesejada.

Como um dos métodos mais indicados para mulheres que querem fugir das altas doses hormonais e do risco de trombose, a procura pelo DIU (Dispositivo Intrauterino) cresceu muito nos últimos anos. Mas será que ele é realmente eficaz? Entenda um pouco mais sobre esse método abaixo.

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O DIU funciona?

Não só funciona como é um dos melhores métodos contraceptivos disponíveis. O método mais eficaz de todos é a laqueadura, mas impede que a mulher possa ter filhos no futuro. Assim, considerando mulheres em idade fértil e que ainda querem engravidar o DIU é uma ótima escolha. Além de contar com a vantagem de poder ser utilizado por qualquer mulher. Em idade fértil ou não, na menopausa, para quem já engravidou, para quem não engravidou, para quem teve parto normal ou cesariana, lactantes e assim por diante.

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Quais são os tipos de DIU?

Existem dois tipos de DIU, são eles o hormonal e o de cobre. O DIU de cobre é um método que não utiliza hormônios e possui validade de 3 a 10 anos dependendo do modelo utilizado. Esse método tem 0,8% chance de falha. Seriam 8 casos de gravidez em cada mil mulheres. Bem pouco, não é?

Agora olhando para as estimativas do DIU hormonal ou também chamado de Mirena, você não terá dúvidas na hora de escolher. Esse método utiliza uma dose mínima de progesterona e não possui risco de trombose. Sua validade é de cinco anos e possui uma margem de falha de 0,2%, ou seja, duas gravidezes a cada mil mulheres.

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O que pode dar errado?

O que mais é apontado como falha é quando o DIU fica mal posicionado. Isso ocorre quando o dispositivo se desloca internamente ou é rejeitado pelo organismo. Assim, é preciso fazer um acompanhamento com o ginecologista um mês após a aplicação, além de consultas de rotina para que a eficácia seja verdadeira.

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