Odor na região íntima pode indicar se está tudo bem ou se

Odor na região íntima pode indicar se está tudo bem ou se há algo errado!

Família & Crianças

November 3, 2017 12:34 By Fabiosa

Não é de hoje que ouvimos mulheres comentando ter um certo constrangimento com relação ao odor vaginal. Algumas ainda chegam a ter problemas de autoestima diante de algum comentário que podem reforçar esse tipo de “vergonha”.

A indústria de cosméticos também parece estimular esse sentimento, lançando diariamente diversas opções de produtos para higiene íntima e perfumes diversos, que prometem “disfarçar” o odor natural.

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Algumas mulheres ainda recorrem às limpezas naturais, passam pepino com o objetivo de limpar.

A classe médica em geral há algum tempo vem esclarecendo a população sobre os perigos para a saúde, que podem ser gerados com a “limpeza” da região íntima feminina. Entre os médicos, está a Dra. Jen Gunter, que explica que a vagina tem um odor natural.

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Esse cheiro é do próprio corpo que libera secreções para manter o PH da região equilibrado, livre de bactérias e infecções. A região pode ser tanto sem cheiro, como pode também liberar algum cheio levemente ácido ou que lembre cândida. Isso porque a vagina tem bactérias tipo lactobacilos, que produzem ácido lático e que mantém o equilíbrio do PH.

Mas é importante observar se o cheiro estiver forte ou muito diferente. Sabemos que esse odor pode variar de acordo com o ciclo menstrual, mas é importante que cada mulher conheça do seu corpo para observar possíveis mudanças.

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Caso o odor fique muito forte ou diferente, é possível que esteja com algum tipo de infecção vaginal ou está próxima de menstruar.

Nestes casos, se sentir uma mudança muito forte, é recomendável consultar um médico.

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O propósito deste artigo é meramente informativo. Não há intenção de oferecer recomendações médicas. Fabiosa não é responsável por possíveis consequências de qualquer tratamento, procedimento, exercício, alteração alimentar, ação ou uso de medicamentos resultantes da leitura e das instruções contidas neste post. Antes de começar qualquer tratamento, consulte um médico. As informações acima não substituem um diagnóstico a ser realizado por uma equipe de profissionais preparados.