O famoso “dedo podre” no relacionamento: possíveis motivos que levam à escolha errada do parceiro

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Se entrarmos em uma sala lotada de homens e mulheres e perguntarmos: quem quer ter um relacionamento feliz? Com certeza, a maioria, para não dizer todos, levantarão as mãos.

Mas o que acontece na hora de procurarmos, escolhermos e encontrarmos um parceiro que depois de criar um vínculo descobrimos que não era nada daquilo que imaginávamos ou sonhávamos para nós? Mas será que não imaginávamos mesmo ou não queríamos enxergar.

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Não é de hoje que o chamado “dedo podre” ganha fama, principalmente entre as mulheres. Parece um ímã para encontrar homens em situações difíceis. É aquele namorado, que não consegue se encontrar profissionalmente. É aquele marido depressivo, que pede sua ajuda o tempo todo. É aquele paquera que te liga só quando precisa de alguma coisa.

Mas calma, porque tudo na vida é aprendizado. E não nascemos sabendo escolher namorado. Não tivemos uma aula na escola sobre autoestima ou sobre como identificar a pessoa certa para nos relacionarmos.

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Tudo é amadurecimento e evolução. Nunca saímos de um relacionamento sem aprender nada. Por isso, vamos refletir sobre alguns possíveis motivos:

  • Quais lugares você costuma frequentar para conhecer alguém?
  • Quando conhece alguém, tenta evitar enxergar os defeitos ou acha que a pessoa vai melhorar ao longo do relacionamento?
  • Como está a sua autoestima?
  • Qual o tipo de parceiro você busca em uma relação?
  • Quais os tipos de decepções ou erros você releva no início da relação?
  • O que o outro apresentou de característica para que o atraísse?

Essas são perguntas que cada pessoa pode fazer a si mesmo se considerar que está sendo um “dedo podre” para atrair relacionamentos abusivos ou tóxicos. O mais importante é entender qual é a identificação e o vínculo com o outro, para então poder primeiro trabalhar a si mesmo.

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A vida é sempre um espelho e reflete as questões que não queremos enxergar em nós mesmos. Não podemos mudar o outro. Podemos mudar apenas a nós mesmos.

Fonte: Fãs de Psicanálise

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