Qual a profissão que mais trai? Pesquisas revelam relação entre as profissões e os índices de traição

Inspiração

March 8, 2018 13:12 By Fabiosa

Você sabe qual a relação entre a profissão e a traição? Foi pensando nisso que pesquisas realizadas pelo site de relacionamentos extraconjugais “Ashley Madison” buscaram descobrir em qual profissão ocorre o maior índice de infidelidade.

A pesquisa indicou que os índices mais altos de infidelidade ocorrem entre profissionais que lidam com maior estresse nos seus trabalhos. Depois de 1.439 entrevistas entre seus usuários, chegou a conclusão de que o nível de estresse pode ser um grande estimulador da traição no trabalho.

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De acordo com os dados, entre as mulheres, as maiores infiéis são profissionais da medicina, apresentando porcentagem de 18%. As informações do estudo concluiram que as mulheres tendem a liberar mais oxitocina, conhecida como o hormônio do amor, quando têm que enfrentar situações de estresse. Assim, elas acabam ficando mais propensas do que os homens a cometerem traição no seu trabalho.

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Para a diretora de comunicação do site, Isabella Mise, essa combinação de longas sob muita pressão pode acabar gerando essa reação natural do corpo. Confira abaixo o ranking das 10 profissões das mulheres com maiores índices de traição:

1. Medicina - 18%

2. Educação - 13%

3. Finanças - 12%

4. Empreendedorismo - 9%

5. Trabalho social - 9%

6. Varejo/Hospitalidade - 9%

7. Negócios - 8%

8. T ecnologia da Informação - 6%

9. Comunicação e Marketing - 5%

10. Direito - 5%

Entre os homens, as profissões que mais traem são as do mundo dos negócios, por também gerarem estresse e turnos irregulares, que facilita a relação extraconjugal. Segue abaixo o ranking masculino com o top 10:

1. Negócios - 28%

2. Tecnologia da Informação - 13%

3. Empreendedorismo - 13%

4. Finanças - 8%

5. Varejo/Hospitalidade - 6%

6. Comunicação e Marketing - 5%

7. Medicina - 5%

8. Direito - 5%

9. Educação - 4%

10. Agricultura - 3%

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Outro dado interessante da pesquisa aponta que os profissionais, apesar de cometerem traições amorosas, nunca trocaram de emprego (46%) ou só mudaram uma vez em 10 anos (26%). Será que eles são, na verdade, leais ao emprego e não ao amor?

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